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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Manhã de segunda

Hoje acordei disposta a colocar em prática meus planos de emagrecimento.
Horário de verão, o sol mal levantou e estava eu de pé para tomar meu café da manhã, colocar minha roupitcha de guerra. Tirei o pó da ergométrica, peguei meu celular, fones de ouvido e... o celular não liga!!!
Bom, não é a ausência de uma musiquinha que me fará desistir. Espanquei o celular, ele voltou a funcionar na base da tortura. Tomei meu café da manhã: leite semi-desnatado com açúcare achocolatado light e bolachas de leite. Eu sei, preciso melhorar meu café da manhã.
 E lá vamos nós a ergométrica. 30 minutos e eu já quero a minha mãe. E aqui estou eu, precisando de um banho e escrevendo a vocês. Poxa, eu preciso contar isso pra alguém porque tenho necessidade de platéia.
Meu celuar apagou de novo... espero q ele tenha salvação pq não estou a fim de gastar comprando um novo.


E vamos lá!! Segundona só começando. Semana mais curta graças ao feriado do dia 22 (sexta).

domingo, 16 de maio de 2010

Motivos para ver os jogos da Copa 2010

Motivos para assistir jogos de outros países na Copa 2010:


Itália

Canavarro





Portugal

Cristiano Ronaldo



Simão Sabrosa



Alemanha

Ballack




Uruguai

Lugano



O Brasil também nos apresenta bons motivos:



Brasil

Kaka



Julio Cesar

domingo, 9 de maio de 2010

Mais longe de Piaget do que Madonna da castidade

Finalmente alguém disse tudo o que eu queria dizer sobre o contrutivismo e, melhor, respaldado por pesquisa da UNESP e de estudiosos da educação. A minha lavada de alma foi feita pelo jornalista Marcelo Bortoloti na revista Veja de 12 de maio, 2010.

Eu fiz magistério ao invés do colegial, 4 anos de aprendizado para descobrir que não gostaria de ser professora. Mas minha mãe dizia que pelo menos eu já teria um diploma e um dia ele poderia ser útil. Realmente foi o que aconteceu e por 2 anos trabalhei em uma creche, a maior parte dos anos cuidando do berçário. Neste período veio a lei que dizia que todos os profissionais da educação deveriam ter diploma superior e na prefeitura onde eu trabalhava tive a oportunidade de fazer o curso de Pedagogia a distância pela UNESP.

Eu admito, se eu visse Vygostsky, Piaget ou Emilia Ferreiro na minha frente naquela época, eu os espancaria. Pra que eu tinha que aprender história da educação pra tocar fraldas!?!?!? Ao meu ver, ninguém ali tinha a menor noção do que acontecia dentro de um berçário de uma creche (que faculdade que ensina como fazer um bebê comer e não forçar vômito depois só de birra?). Para trabalhar ali era preciso ter a experiência de uma mãe e não de uma educadora como eles queriam, mas enfim, eu não era mãe, então estudava novamente educação. Larguei a faculdade em 6 meses. E como vcs sabem, hoje sou bancária, mas tenho amigas, irmã e pai professores e também filho em idade escolar, sei um pouco da realidade das escolas.

Sei que existem professores que ensinam pelo método tradicional, mas o fazem disfarçadamente. Cartilhas do bê-a-bá servem de material de apoio não declarado. E, sei que muitos professores veem o contrutivismo quase como uma seita ou uma religião a ser seguida, independente do resultado que seus alunos apresentem e até chegam a mascarar resultados para provar que o construtivismo funciona. O aluno deve se adaptar ao método.

Ao jornalista Marcelo Bortoloti os meus agradecimentos. Suas palavras foram perfeitas (aprender por osmose sempre foi algo que sonhei conseguir e rachei de rir quando li). Abri a revista e fui direto na matéria da capa, mas foi a sua matéria que me fez ver que esta revista do dia 12 de maio está excelente. Tá, vou ser mais franca pra vc entender o quanto gostei... Eu te daria uma flor por dizer aquilo que eu queria berrar a plenos pulmões e nunca consegui. Obrigada.

Dia das mães

Eu não entendia o significado da palavra mãe, até ser uma. Como filhos, nossa visão é muitíssimo limitada da amplitude dos sentimentos destas mulheres. O amor incondicional que começa quando pegamos o resultado positivo de um teste é inexplicável.
Se bem que sinto que amo meu filho desde sempre, desde que nasci ou até mesmo antes disso. Quando eu o vi pela primeira vez, ele estava roxinho, sem respirar e a dor que eu senti era palpável. Foi como se o tempo parasse, como em Matrix, e tudo acontecesse em camera lenta. Eu não sabia meu nome e  nem sequer rezar,então, a única coisa que eu consegui fazer foi olhar para uma imagem de Nossa Senhora que havia na sala de parto. Choro só de lembrar, foi realmente uma dor terrível ver ele assim.
E logo depois uma das cenas mais lindas da minha vida, meu bebê chorando, respirando, corado. Ele enchia os pulmões de ar e chorava, fazendo bolhas de saliva. Nojento? De jeito nenhum, maravilhoso! Meu filho estava bem.
Eu posso imaginar a dor que sente uma mãe que perde seu filho. Algo comparado com o Nada, um buraco negro, um abismo infinito.
Mãe ama sem pedir nada em troca.Mãe ensina porque não quer que o filho sofra para aprender sozinho. Mãe erra porque tenta, arrisca para acertar.
Hoje meu pequeno tem 4 anos. Sou mãe e pai dele. E o meu presente foi ouvir ele me dizer que sou sua amiga e que ele me adora.
Com muito pouco nossos filhos podem nos fazer seres repletos de felicidade. Basta serem felizes.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Big Bang

29 anos
Penso no que eu fiz até agora e o que eu quero para a minha vida daqui pra frente. Tudo vai ser diferente, como diz a música? Eu acho que não, afinal, minha atitude é sempre a mesma.
Estar perto dos 30 anos para mim significa me conhecer um pouquinho melhor. Já sei alguns dos meus limites, mas falta tanto para conhecer de mim.
O que eu farei de agora em diante, vou relatar aqui neste blog, como meu diário virtual. Se alguém vai acompanhar eu realmente não sei. Aqui quero colocar minhas dúvidas, meus medos, meus sonhos, minhas vitórias.
Seja o que Deus quiser!